sábado, abril 25, 2020
sexta-feira, abril 10, 2020
Há Invernos dentro das Primaveras | 春天裡有冬天 | В источниках зима | 春には冬があります
Entre a Primavera da
natureza que desabrocha lá fora e a do imaginado que mora cá dentro, há “Invernos”… Invernos que habitam dentro das primaveras e precisam
de ser fintados, de maneira a que mais tarde ou mais cedo, as “primaveras” consigam devorar esses seus invernos
interiores.
Hoje, quero acreditar que
no futuro, seja ele próximo ou longínquo, conseguiremos ter o poder de ressurgir
renovados, tal qual Primavera, despoletando cor e vida onde havia dormência e
escuridão.
Foi assim que surgiram estas
minhas duas ilustrações díptico, ilustrações que podem encontrar não só aqui,
como também na Galeria do P3.
A galeria intitula-se de
– “Quarentena ilustrada é quarentena bem
passada”, e convido-vos a ver todas as obras que por lá andam, para tal,
basta seguirem o link:
Até mais, até lá, se vos for possível, fiquem bem ❤
Elisabete, a Borboleta Despenteada
terça-feira, abril 07, 2020
Vai ficar tudo bem… falta saber – Para quem?!
Eu, que gostava tanto de
arco-íris, ultimamente dou por mim a sufocar sempre que os vejo, sendo que, a
asfixia na verdade nem é tanto por vê-los em avalanche, mas sobretudo, por
causa da mensagem que trazem atrás – “Vai ficar tudo bem”. A vocês não sei, mas
a mim esta frase faz-me alguma comichão, porque a verdade é que não vai ficar
tudo bem, ou até vai, mas certamente não será para toda a gente, e muito menos
tal acontecerá num curto espaço de tempo, logo, pergunto:
– Vai ficar tudo bem para
quem?!
Para os que morreram?, para
os que ainda vão morrer?!, para os familiares de todas as pessoas que já
passaram ao outro plano?!, para quem está em estado crítico?!, para os
profissionais de saúde que estão a cair para o lado de exaustão?!, para as pessoas que são obrigadas a sair de casa todos os dias a
medo para ir trabalhar porque não têm outra alternativa?!, para as pessoas que
já estão sem emprego, ou até sem casa?!
Mas pronto, vá lá – Respirem…
pois vai ficar tudo bem para lá do arco-íris... depende é claro, do
grupo do qual fazem parte, do grupo, ou então, da zona em que vivem ser
propensa a esse maravilhoso fenómeno.
Ah!!! Vejam!!! É um arco-íris...
Antes a meteorologia
restringia-se a – Vai cair neve, vai estar sol, vai chover, vai estar nebulado…
ou a alertas para excesso de vento e outras demais intempéries, mas dada a recorrente
manifesta euforia por arco-íris, sugeria que passassem a incluir na
meteorologia as localidades onde de agora em diante, poderemos passar a
vislumbrar um, é que se onde há um arco-íris tudo vai ficar bem, creio que será
do interesse geral saber onde tal irá acontecer… ou daí talvez não!!!, porque se
já há quem saia de casa sem qualquer motivo válido, se passarem a dizer as
localidades premiadas com a Aparição de um Arco-Íris, corremos o risco de ter
por aí, um crescente aumento de gente a violar a quarentena.
Bem, vou tentar
desenvencilhar-me dum tal de arco-íris que insiste em estrangular-me, ou corro
o risco de vir a precisar de ventilador em breve… e eu cá não quero roubar
lugar a nenhum velhinho... ou velhinha.
Até mais, até lá, se vos
for possível, mantenham-se a salvo ❤
Elisabete, a Borboleta Despenteada
quinta-feira, março 26, 2020
terça-feira, março 24, 2020
Querida Grunholândia
Actualmente vive-se um
estado de sítio em muitos sítios deste recôndito planeta, numa quarentena mais
ou menos globalizada, onde o mais famoso hashtag do momento é – #fiqueemcasa.
Fique em Casa, Hashtag de
ordem, senhor de si só, cheio de sapiência, imperativo no seu clamar… em oposto
a isso ficam todos os que não ficam em casa – párias, e como bem sabemos as
párias são indesejáveis, tão indesejáveis que ultimamente se tornaram uma
espécie de importação inconsciente d’Os Intocáveis, (a última Casta das Castas
da Índia)… tal como lá, estes intocáveis, (que por aqui se tornaram intocáveis
por serem párias desobedientes), tornam-se, em consequência disso, o suprassumo
da aversão alheia.
Parece que de repente já
não importa o motivo da saída à rua… sai leva com o dedo apontado na cara, sem
oportunidade de defesa, sem rebate, sem contestação, sem segundo ponto de
vista… como se por momentos todos estes dedos, que não podem tocar, quisessem
“tocar” a todo o custo neste indesejável grupo de intocáveis.
Sim a ameaça é real
apesar de invisível ao olho humano… talvez por ser tão microscópica nos assuste
em contrária proporção, e por isso mesmo, nos agigante o sentido de
responsabilidade e de civismo…
… sejamos então
conscientes e tenhamos a devida precaução, sim, tenhamos precaução a todos os
níveis, inclusive, precaução na estupidez e na facilidade com que julgamos o
próximo sem saber a sua história.
Julguemos sim, mas não
apenas porque há covid-19, julguemos agora e depois, o que está, estava e
continuará a estar errado; julguemos agora e depois, todas as pessoas que sem
respeito tossem para o ar, ou que espirram como se competissem com os seus
pequenos “gafanhotos” numa espécie de olimpíadas imaginárias de salto em
comprimento… julguemos os/as que cospem e escarram para o chão, os/as que
grunhem palavrões ofensivos a quem os não merece… os que mandam lixo para onde
não devem… julguemos, mas julguemos apenas quem por preguiça ou maldade não faz
uso da palavra civismo… sim, porque ser-se Grunho é fácil, e como bem sabemos,
há muita gente preguiçosa por aí. Mas nem toda a criatura que anda na rua é
grunho… assim como nem todas as pessoas podem ficar em casa.
Os profissionais
de saúde estão nessa primeira linha, caso a meu ver para dizer aos mesmos, em
modo hashtag - #ObrigadaPorNaoFicaremEmCasa…
…e eles não são os
únicos, há depois deles muitos outros que até gostariam de estar em casa mas
não podem, faz esse grupo parte de profissões a que a sociedade chama de
menores, mas das quais todos nós e todas nós carecemos - como cuidadores, voluntários,
auxiliares de limpeza (seja em Hospitais ou noutros locais), funcionários da
recolha do lixo, etc… quase ninguém pensa nessas pessoas, são os visíveis
invisíveis, e eventualmente miseráveis merecedores de sua miséria aos olhos de
muita gente que se diz iluminada.
São pessoas de classes
baixas… simples… e por isso mesmo, porque podem não ser pobres de espírito,
mas são certamente pobres no bolso, efectivamente pobres, no mais triste e
lamentável sentido da palavra pobreza, viajam de autocarro, de comboio, de
metro, e muitas vezes, como nem dinheiro para os transportes públicos têm, vão a
pé… o que como é óbvio não quer dizer, que só ande a pé quem não tem dinheiro…
mas são estes os seus meios de transporte, e se o são, é normal que não se
vejam as ruas, as paragens, as plataformas e outros demais locais, tão vazios
quanto se desejaria, no entanto, há quem achando isso motivo de noticia a
noticiar, vá logo a correr assuntar o assunto… caso para dizer… e você caro
delator, ou cara delatora, porque não está em casa?!, e já agora, onde ficou a
distância de segurança de que tanto falam aquando do apontar, ou do entrevistar,
dos/as transeuntes?!
Sempre achei que para
podermos apontar o dedo a alguém teríamos primeiro de merecer esse direito, e
para o merecer teríamos de dar prova de tal através do exemplo, até porque caso
contrário pergunto-me – que moral tem alguém em julgar alguém, quando a sua
própria moral é duvidosa?!
Além dos casos já
mencionados, há ainda aqueles cujo trabalho pode não ser tão crucial neste
momento, mas que, não podem deixar de ir trabalhar, porque por mais medo que
tenham do coronavírus, e por mais que desejassem ficar em casa, se ficarem são
despedidos/as, e se não morrerem então do coronavírus, arriscam-se a morrer de
fome e/ou a matar de fome os seus filhos e as suas filhas (caso os/as tenham),
o que me leva a parafrasear um velho ditado popular - “SE CORRER O BICHO PEGA, SE FICAR O BICHO COME”.
Julgar é fácil, difícil é
colocarmos-nos na pele do outro… e sim, temos
todos/as o direito de não concordar uns com os outros, mas independentemente da
concordância, ou da falta dela, todos/as nós nos devemos Respeitar, assim como
– Averiguar, antes de Julgar.
Não bastasse tudo isto,
há casos ainda mais dramáticos, os de todas as pessoas vulneráveis que simplesmente não têm casa, como é o caso dos sem-abrigo.
Talvez fosse o caso de
criar a hashtag – Uma Casa Para Todos…
sim, porque para se ficar em casa, primeiro, temos de ter uma casa.
Nem todas as pessoas que
saem à rua saem pelos mesmos motivos… nem todos nós fazemos parte do grupo de pessoas
que sai à rua por lazer, ou para apanhar banhos de sol.
A mim pessoalmente se me
apanharem na rua é porque se tornou imperativo sair… como aliás quase sempre
foi, pois não fossem as notícias desoladoras do coronavírus na TV, para mim seria praticamente
um dia normal…
… é que eu, tal como
muitos/as outros/as artistas, já vivíamos numa espécie de quarentena muito
antes da quarentena nacional ser decretada… e eu disse – numa espécie de quarentena, falo no sentido figurado, pois se
quiser ser literal, o correcto seria chamar-lhe reclusão… e sim, há mais grupos
de pessoas que antes da quarentena também já viviam constantemente numa espécie
de quarentena, não porque querem, mas porque a isso as suas condições físicas
e/ou psicológicas os/as obrigam, como é o caso de pessoas com depressão
profunda, mobilidade reduzida, doenças crónicas, ou outras.
Claro que são “quarentenas”
diferentes e bastante distintas, é facto. A quarentena que se vive hoje
prende-se com um esforço colectivo na Tentativa da Não Propagação deste maldito
Vírus… já a minha “quarentena”
pessoal de quase toda uma vida, prende-se com o facto de eu fazer parte de uma
profissão que por norma é realizada em isolamento no meu próprio lar, (eis as
vantagens, e as desvantagens, de se passar a vida no grupo dos chamados Recibos
Verdes… ora empregados… ora desempregados… porque toda a gente precisa eventualmente, no sentido literal,
destes polivalentes freelancers, aquilo de que nem toda a gente gosta - é de lhes pagar condignamente, ou de lhes assegurar estabilidade
profissional, mas isso, dava outro texto), portanto prosseguindo… estava eu a
dizer, que a minha “quarentena”
pessoal de quase toda uma vida se prende com o facto de eu fazer parte de uma
profissão que por norma é realizada em isolamento, com isso, com a constante
falta de dinheiro, e talvez um pouco também, com a constante ausência de empatia pelas atitudes do
ser humano em geral.
Caso para dizer –
população em geral, bem-vinda ao isolamento, que este vos sirva para pensar na
vida que levavam, e no que querem mudar daqui para a frente… ou simplesmente
que vos sirva para se lembrarem daqueles amigos ou amigas que sempre viveram
isolados/as, e aos quais vocês nunca ligaram grande coisa porque andavam
demasiado ocupados/as a viver a vossa vidinha corrida... talvez agora, experienciando
por algum momento essa solidão, entendam o quão foram negligentes no passado, e
o quão importante é sentir alguém presente, verdadeiramente presente, mesmo sem
a presença de um corpo físico.
Resumindo, não me
identifico minimamente com a hashtag “#Fique em casa”, até porque se publica-se, fosse onde fosse, #Fiqueemcasa, estaria a publicar essencialmente para quem já conheço,
e uma vez que quem conheço já está em
casa, e quem não está, se não está, é porque não pode estar, publicar tal
coisa seria só ridículo… assim sendo, a ter hashtag, que a minha hashtag seja – #EuEstouEmCasa…
… ou #ObrigadaPorTambemEstarEmCasa, para quem tem
casa... e pode estar lá.
Por fim mas não menos
importante, a quem está lá fora a zelar pelo bem dos demais, fazendo do seu dia-a-dia uma luta onde arriscam a vida a todos os segundos, dando assim o melhor de si por uma humanidade
que nem sempre é muito humana ou merecedora seja do que for, para todos eles e
elas, as minhas hashtags são:
- #OBRIGADA
#VocesSaoOsHeroisEAsHeroinasDesteInicioDeNovoMilenio
São momentos difíceis, confirma-se,
hoje falei com alguma seriedade, mas amanhã talvez me apeteça arremessar com algum
humor-negro a este recém-nascido coronavírus, para ver se ele se desmancha e sucumbe, nem que
seja apenas na minha mente e por breves momentos… porque às vezes rir é realmente
o melhor remédio… rir até às lágrimas de felicidade, de medo, de tédio, de
ódio, de loucura... rir, não como
forma de escárnio, mas como forma de escape
e superação… isso!!!!… ou então alieno-me a desenhar, sejam esses desenhos
sobre tragédias, ou sobre pós de perlimpimpim, porque a dor de cada um é de
cada um, e cada um tem à sua maneira uma forma particular e peculiar de lidar
com ela, independentemente de essa maneira ser a mais certa ou a mais errada
para os demais.
Até mais, até lá, com ou sem álcool etílico, e com ou sem papel higiénico, deem uso à água e ao sabão, que eu daqui fico a torcer para que continuem saudáveis de corpo e mente.
Já agora, se tiverem a
sorte de ter um pequeno quintal, ou jardim, ou janela virada para a natureza, desfrutem
deste início de Primavera, pois não há nada melhor e mais belo, do que,
combater o cinzento destes dias de virulência, com a subtil fragilidade do
despertar das flores.
Elisabete, a Borboleta Despenteada
segunda-feira, março 23, 2020
A Arejar as Ideias
Grandiosas saudações.
Se há coisa de que sempre
gostei e vou continuar a gostar é da Primavera, aliás gosto tanto, que hoje,
veja-se lá, cometi a loucura de abrir as janelas… ao que parece até é bom, pois
dizem que uma das coisas que podemos e devemos fazer, nesta época de densa escuridão em que
vivemos, é, que devemos abrir as janelas, e eu cá concordo plenamente...
– Abram-se as Janelas, só acho é que devíamos abrir também as janelas do pensamento, pois anda para aí muita cabeça bafienta a precisar de arejar.
– Abram-se as Janelas, só acho é que devíamos abrir também as janelas do pensamento, pois anda para aí muita cabeça bafienta a precisar de arejar.
Até mais, até lá desejo-vos
um bom início de Primavera ❤
… e se possível, fiquem
bem ❤
Elisabete, a Borboleta Despenteada
domingo, março 08, 2020
quarta-feira, fevereiro 26, 2020
ILUSTRA33 na Casa dell’Arte Club House Lisbon
Grandiosas saudações.
Alguns dos trabalhos da
Exposição ILUSTRA33 vão estar à
venda na Casa dell’Arte Club House
Lisbon.
Até dia 8 de Março de 2020, às Terças e Sábados,
das 10h30 às 18h, podem visitar este espaço no Campo de Santa Clara em Lisboa e
adquirir algumas das réplicas que participaram no Festival CCP, a convite do curador Jorge Silva.
Uma das minhas
ilustrações-poster andará por lá…
Se puderem – Divulguem,
Apareçam e Desfrutem. Obrigada. ❤❤❤
A fotografia mais abaixo é da autoria do Clube Criativos de Portugal, e destina-se a espicaçar-vos a curiosidade.
Até mais, até lá, desejo-vos como sempre tudo de mágico ❤
Elisabete, a Borboleta Despenteada
terça-feira, fevereiro 25, 2020
terça-feira, dezembro 24, 2019
A sonhar junto à Árvore de Natal
Grandiosas saudações.
Mais um Natal que se vislumbra
perto… cada vez mais perto.
Que neste Natal possam
estar junto de quem mais amam, para ouvir ao vivo e a cores as suas histórias e
as suas novidades… e sentir o seu calor e o seu carinho.
Em suma, que este Natal
se desenhe feliz perto dos melhores sentimentos possíveis e imaginários… porque
as coisas mais importantes advêm deles… não das coisas materiais.
Fiquem bem… e já agora,
que haja muita e boa magia a rodear-vos.
Elisabete, a Borboleta Despenteada
quarta-feira, dezembro 11, 2019
A Segunda Bienal Internacional de Ilustração Solidária da Ajudaris anda pelo Algarve
Grandiosas saudações.
A Colectiva da 2ª BIISA (Bienal Internacional de Ilustração
Solidária da Ajudaris), começou a sua itinerância pelo país.
A inauguração já foi no dia 30 de Novembro, coincidindo assim com o evento Saberes em Festa, do Município
de Lagoa, mas a exposição prolonga-se até Janeiro.
Posto isto, informa-se a
quem em Junho não conseguiu ver esta Colectiva em Amarante, que podem encontrá-la
agora até dia 4 de Janeiro de 2020, no Convento de S. José, em Lagoa, no Algarve.
A entrada para esta 2ª BIISA é gratuita, portanto, se andarem por
perto apareçam.
Da minha parte podem encontrar
por lá duas ilustrações intituladas - “Jardinagem
Mental, Take I – Podar as ideias más”… e… “Jardinagem Mental, Take II – Cuidar das Ideias Brilhantes”… ou não fosse o tema desta 2ª edição da BIISA -
Criatividade.
Para mais informações,
podem consultar o link do evento no Facebook:
Convento de S. José | Centro
Cultural | Rua
Joaquim Eugénio Júdice
Horário:
Horário:
De Terça
a Sábado - das 9H às 12:30H e das 14H às 17:30H
Encerra aos Domingos, Segundas e
Feriados.
Até mais, até lá já sabem
- fiquem bem e muito inspirados/as…
Elisabete, a Borboleta Despenteada
terça-feira, novembro 26, 2019
Histórias da Ajudaris’19
Grandiosas saudações.
No dia 20 de Outubro, deu-se em Gondomar o lançamento dos novos volumes das Histórias da Ajudaris deste ano, e é com prazer que informo, que
foi mais um ano em que colaborei com esta belíssima causa.
A quem tiver
interesse, informa-se que as Histórias da
Ajudaris’19 contam com VII volumes, todos eles povoados de muitas histórias escritas... e
ilustradas…
Pelo Volume IV podem encontrar duas ilustrações da minha autoria, e os dois textos que ilustrei intitulam-se – “Erradicar a Fome” e “Um Grande Sonho”.
O texto “Erradicar a Fome” foi escrito pela Marta Salgueiro Malafaia e pela Madalena
Gomes Santos, da turma do 5ºA,
do Agrupamento de Escolas de Oliveira de
Frades; já o texto “Um Grande Sonho”, foi escrito pelos meninos e meninas do 1º
Ciclo, do Agrupamento de
Escolas de Oliveira de Frades.
Pelo Volume IV podem encontrar duas ilustrações da minha autoria, e os dois textos que ilustrei intitulam-se – “Erradicar a Fome” e “Um Grande Sonho”.
Para adquirirem algum
destes volumes, basta passarem pela Loja dos Afetos da Ajudaris. Aqui fica o
link:
Por fim, deixo-vos as ilustrações com que contribuí para os referidos textos…
espero que gostem :) ;)
“E se todos ajudarmos,
Juntos vamos conseguir
Salvar milhões de vidas
Para o mal não se
repetir.”
(Excerto do texto –
ERRADICAR A FOME)
“- Homem: pára com a tua
ambição! Partilha! Combate as desigualdades!”
(Excerto do texto – UM GRANDE
SONHO)
...
...
E por hoje é tudo, até mais, até lá já sabem - fiquem bem, muito inspirados, ou inspiradas, e se possível, façam alguém feliz…
Elisabete, a Borboleta Despenteada
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-
Grandiosas Saudações. Mais uma "parede" para a colecção que partilho aqui, resultado do trabalho que realizei no final ...
-
Em busca de inspiração, Camões, o rapaz dos collants, acabou por se apaixonar por uma rapariga com barbatanas, mas há quem diga que é ...



















