sábado, 7 de junho de 2014

Diga NÃO ao ESCALDÃO - Dia Europeu de Prevenção do Cancro de Pele__Say NO to SCALD - European Day for Prevention of Skin Cancer



Grandiosas saudações.

É alarmante a quantidade de novos casos de cancro de pele que aparece por ano.
Um simples escaldão do passado, esquecido porque aos nossos olhos parecia extinto, na verdade é como uma espécie de dragão adormecido, que alguns anos ou décadas depois, pode reaparecer com consequências devastadoras.
O perigo nem sempre está visível, aliás, a maior parte das vezes anda disfarçado, camuflado, em actos e coisas que parecem inofensivas, tão inofensivas como um escaldão de Verão que durou apenas alguns dias e depois “desapareceu”.

Têm sido muitos os alertas para os cuidados a ter em relação à exposição solar, seja ela qual for… mas a ingenuidade, burrice, falta de vontade de pensar no assunto, ou falta de vontade para fazer alguma coisa para o evitar, fazem as pessoas ignorar consecutivamente as advertências.
Obviamente existem excepções à regra, mas não são elas que neste momento aqui estão em questão.

O sol é quase tão bom quanto nocivo, portanto, se se preocupa com a sua saúde e com a saúde e bem-estar dos seus, sejam filhos, filhas, netos, netas, etc… previna os escaldões de hoje para não se vir a escaldar mais tarde.

Para terminar, deixo-vos o texto que Rita Carvalho escreveu para o Diário de Notícias, e, um excerto de informação sobre o assunto em questão da Wikipédia.

Inês Lobo, coordenadora do Centro de Dermatologia do Hospital CUF no Porto, deixa o conselho:

«Quanto mais clara for a pele, os olhos ou o cabelo da pessoa, maior é o risco de desenvolver cancro da pele e por isso os cuidados devem ser redobrados aquando da exposição solar».

Tenham um bom dia, e se possível, cuidem-se.
Atentamente:

Elisabete Ferreira

Por Rita Carvalho in Diário de Notícias de 1 de Junho de 2006  -  “Todos os anos há mais 10 mil casos de cancro de pele em Portugal. Entre eles estão 800 novos melanomas, altamente perigosos e que, em 20% dos casos, são fatais.

Na origem destes números, que têm crescido nos últimos anos, está a exposição exagerada ao sol. Um excesso que pode resumir-se a uns escaldões na infância mas que, 30 anos mais tarde, pode potenciar um melanoma.

Como os comportamentos de risco parecem manter-se, nomeadamente junto dos adolescentes e dos adultos mais jovens que promovem o culto do corpo bronzeado, os números deverão continuar a crescer nos próximos anos. Estas previsões foram referidas ontem em Lisboa por especialistas em dermatologia e doenças oncológicas, a propósito da apresentação do Dia Europeu da Prevenção do Cancro de Pele, que decorrerá no dia 8. Nesta altura, as pessoas poderão fazer o seu rastreio em 40 hospitais de todo o País.

Ano após ano, os casos de cancro na pele têm subido 6 a 7 por cento entre os portugueses, apesar das inúmeras campanhas de sensibilização da população.
E nos dias de hoje estão a pagar-se os erros cometidos no passado, às vezes há 20 ou 30 anos. Altura em que não se conheciam tão profundamente os efeitos nocivos da exposição prolongada aos raios solares e as consequências de escaldões e queimaduras do sol.

O aparecimento do melanoma, e ao contrário dos outros tipos de cancro de pele menos violentos, está associado a situações agudas e não a uma exposição solar crónica e regular. Por isso, os especialistas alertam para os riscos que crescem exponencialmente na época balnear e que podem ser combatidos com a alteração de comportamentos.
Tais como a ida para a praia nas horas de sol mais forte (das 11 às 16 horas), a não utilização de roupas adequadas e chapéu, e ainda a aplicação desadequada do protector solar.

Os especialistas alertam para as condições correctas de aplicação destes cremes que devem proteger a pele de agressões maiores. Defendem a aplicação regular, antes da exposição ao sol (antes de sair de casa se for para a praia) e a escolha de um índice ajustado à cor da pele (o 30 é o mais aconselhável), que deve manter-se todo o Verão e não ser reduzido.

O creme deve ser bem espalhado e utilizado noutras situações de lazer para além da praia. Por exemplo, as crianças devem fazê-lo na escola, em dias de sol mais forte.”

…….

By Wikipédia  -  “A nível celular, a luz UVB causa dano ao DNA o que pode ser passado para gerações seguintes de uma célula progenitora, levando ao risco aumentado de câncer de pele.

O risco mais crítico e importante a longo prazo causado pela queimadura solar é o aumento de chances de ocorrer um câncer de pele, que se acredita que está altamente relacionado.
Um incidente de queimadura com bolhas dobra o risco de se ter um melanoma maligno. Mas enquanto a severidade da queimadura solar é um indicativo da exposição recente à radiação, também há a penetração profunda pelo UVA que ocorre na ausência de sintomas perceptíveis.

Acreditava-se que a radiação UVB era o único agente a causa o câncer de pele, mas estão a surgir diversas evidências que suportam a teoria de que as ambas as radiações - UVA e UVB implicam no câncer de pele.”

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