segunda-feira, 24 de outubro de 2011

TRETALETRA_no Cata Livros



A partir de hoje, podem encontrar e folhear no Cata Livros www.catalivros.org o livrinho “TRETALETRA”, que eu ilustrei, a Maria Helena escreveu, e, a Trinta por uma linha editou.

Para chegarem mais rápido até ao Tretaletra podem seguir o link:

http://www.catalivros.org/portal/bo/portal.pl?pag=02n4_ficha_do_livro&janpap_id=164

De seguida, deixo-vos as palavras do Cata Livros, relativamente ao respectivo livrinho, assim como, algumas imagens do que vos espera no interior do Tretaletra.

Até mais, até lá, desejo-vos tudo de mágico.

Tretaletra

Maria Helena Pires (texto), Elisabete Ferreira (ilustração), Trinta por uma linha (editora)

Entre os poemas deste livro andam meninas e meninos com pés de lápis e esferográfica, e cabelos de muitas cores diferentes. Eles e elas são figueiras, letras, fios e mantas de palavras, ou, versos marotos. São os protagonistas destas pequenas rimas que falam de uma Maria que não vai com as outras, de doenças que a leitura pode curar, e de uma letra, o R, que anda sempre a rodopiar. Mesmo que não saibas fazer acrobacias especiais, ginastica os olhos por estas letras (e uma ou outra treta) e descobre um livro bonito.”







sábado, 22 de outubro de 2011

CAIXAS ABERTAS E POR ABRIR




CAIXAS ABERTAS E POR ABRIR

de Sónia Borges

Inauguração: sáb. 12 de NOVEMBRO de 2011 às 15H30

livraria.velhotes

Exposição de ilustração patente de 12 de Novembro de 2011 a 7 de Janeiro de 2012.


ONDE?

livraria.velhotes

Rua Gil Eanes, 21 - Vila Nova de Gaia
Junto à Escola Secundária António Sérgio e ao jardim (cruzamento da Soares dos Reis)

Telefone: 223 755 226
livraria.velhotes@velhotes.com
GPS: 41º07'18.74'' N | 8º36'44.49''
W


Fica aqui o convite lançado para esta mais recente exposição da Sónia, assim como, algumas palavras da sua autoria:


Caixas de todos

e caixas de ninguém

Caixas por descobrir

e caixas que não são para abrir

(...)

Caixas de sapatos

e caixas cofre

Caixas para abrir todos os dias

e caixas de segredos

Caixas, caixinhas e caixões

caixas abertas e outras caixas por abrir.


Quais as caixas que cada um guarda? E o que elas escondem ou relembram? Nesta exposição partilho algumas caixas do meu mundo e da minha casa. Convido a partilharem comigo a vossa caixa.

Um abraço amigo,

Sónia Borges”

Apareçam…



domingo, 16 de outubro de 2011

Um Lugar Onde Amanheça



Está patente no Museu D. Diogo de Sousa, Rua dos Bombeiros Voluntários, em Braga, de 1 a 30 de Outubro, a exposição de Fotografia “Um Lugar Onde Amanheça”; exposição de sensibilização de temas como a Cidadania e Igualdade de Género, Violência Doméstica, Tráfico de Seres Humanos.

A entrada é livre, de Terça a Domingo, das 10:00h. às 17:30h..

Deixo-vos assim aqui o convite para aparecerem, e, o nome de todos os artistas, e, de todas as artistas que se aliaram a esta causa:

ANA CALDAS | ANA PASCOAL | BÁRBARA FONTE+ANTÓNIO MACHADO | BEATRIZ ALBUQUERQUE | BENTO DUARTE | BERNARDINO SILVA | DOMINGOS LOUREIRO | FILIPE MOREIRA |FRANKLIN PEREIRA| GUILHERME BRAGA DA CRUZ | HELENA SANTOS | HERNÂNI FERNANDES | HUGO DELGADO | JOANA DE DEUS | JOÃO CATALÃO | JOÃO CONCHA | JOÃO NOUTEL | JORGE VILELA | JOSÉ SOARES | LUÍSA SILVEIRA | MANUELA SÃO SIMÃO | MÁRIO SEQUEIRA | PEDRO MARCOLINO | PEDRO SOARES | SARA MOTA VIANA | SÍLVIA ALVES | SOFIA DE CARVALHO | TEIXEIRA BARBOSA | TERESA GIL | UNA - CÁTIA CARDOSO+CATARINA SOUSA+VERA NARCISO | VÂNIA KOSTA.

Por fim, deixo-vos na companhia do texto que Pilar del Rio escreveu para esta exposição.

Até mais, até lá, fiquem bem…


A Claridade que chega

Santa Teresa escreveu sobre a noite escura da alma, um tempo negro em que não se entendia Deus, quer dizer, o mundo. Creio que a noite escura nos habita, às mulheres, e somos por ela habitada há milénios, desde que o primeiro homem saiu da caverna, se pôs de pé e se sentiu capaz de dominar alguém da sua espécie que era menor em estatura. Desde então todos os códigos de escreveram para satisfazer o instinto primário da dominação e as mulheres, habitadas pela noite escura, acreditaram que era mandamento divino estarem submetidas ao varão e reproduziram literalmente o estigma da inferioridade.

Agora sabemos que não, que nós, mulheres, temos direito a contar-nos a nós mesmas, a dizer eu, a travar quem venha com histórias para que sigamos a ordem que outros estabeleceram. Não há amos, nem reis nem bandeiras que possam proteger o crime da desigualdade. Somos, as mulheres, hegemónicas entre hegemónicos, co-responsáveis pelo governo da casa e do mundo, redactoras de leis e impulsionadoras de tendências. Nenhuma mão pode levantar-se sobre uma mulher, nenhuma condenação é admissível por ela exigir a liberdade que sempre deveria ter sido o nosso património. A noite escura de Santa Teresa pode hoje iluminar-se com a vontade decidida de mulheres dispostas a parir usos e normas, outro mundo que renegue o que fez escravos e mantém escravas.

Podemos iluminar, sim, mas sobretudo podemos abandonar os medos seculares que nos habitam e que nos fazem depender dos costumes. A liberdade custa mas nós, mulheres, temos vindo a subir todas as encostas carregando os filhos e todos os preconceitos. Agora já não temos medo. O pano desceu, estamos no palco, é a nossa hora e temos a palavra. Que se ouça, é de justiça.

Pilar del Rio, 2011,

para a exposição de arte, Um Lugar Onde Amanheça.”


sábado, 15 de outubro de 2011

Senhora das Dores




Com vocês deixo este meu último trabalho, a minha interpretação da Nossa Senhora das Dores. Ilustração desenvolvida a partir de um pedido especial de alguém que me é próximo.

Até mais… até lá… desejo-vos tudo de mágico…





sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O dia em que o Mar desapareceu





Na sequência de uma breve visita que fiz à escola EB da Oliveirinha, em Ovar, na qual orientei a turma do 2ºD a ilustrar um texto que estes pequenos alunos e alunas fizeram tendo como base a capa do livro - “O dia em que o mar desapareceu”, de Maria João Gromicho e José Fanha, editado pela Gailivro; estes mesmos/as alunos/as, no final da actividade, pediram-me que eu ilustra-se o texto deles, onde uma menina, a Doidinha, e um menino, o Tontinho, juntamente com tantos outros como eles, poluíam constantemente o planeta.

Como o pedido deles para mim foi uma ordem, deixo aqui para todos os que quiserem ver, a minha interpretação da Doidinha e do Tontinho que eles criaram com palavras.

Até mais… até lá, tudo de mágico.