segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Unidos salvamos o nosso Planeta | United we save our planet | Unis nous sauvons notre planète | Gemeinsam retten wir unseren Planeten | Вместе мы спасаем нашу планету | Штаты выратаваць нашу планету | United ratujemy naszą planetę | 私たちは地球を救う



Os extraterrestres começaram logo a assustar as pessoas: punham máscaras, faziam coisas malucas, pegavam fogo, desarrumavam tudo, matavam os animais, estragavam as flores, as árvores, as casas e os carros e sujavam as águas.

Excerto do texto “Unidos salvamos o nosso Planeta”, escrito pelo Jardim de Infância de Ega, do Agrupamento de Escolas de Condeixa - Coimbra, e que está presente no volume IV das Histórias da Ajudaris’18.


Grandiosas saudações.

Por esta altura, depois de terem lido o excerto mais acima, devem estar a pensar que o título contradiz o texto, bem, nem por isso, digamos apenas que a estória dá uma grande reviravolta. Poderia assim ter eu pegado na parte boa do texto para ilustrar, fazendo jus ao título e àquilo que de bom existe, mas infelizmente constato que a parte má, facilmente supera a parte boa do ser humano, se bem que, nesta estória os maus da fita são os extraterrestres… e quanto a isso apenas posso então dizer - que se são, só, os extraterrestres que executam tamanhas barbaridades, nesse caso, na minha humilde opinião, os maiores extraterrestres deste planeta são os próprios terráqueos.

Num mundo que se diz cada vez mais civilizado e bem informado, nunca antes se viu tanta crueldade gratuita, seja ela de humanos para com humanos, seja de humanos para com os animais, os rios, os mares, as florestas e todas as demais formas de vida que nos circundam e são tão valiosas para o ecossistema em que habitamos.

Dito isto, e estando todos/as nós tão próximos/as do Natal, época de amor e tolerância, peço apenas que amem mais e sejam mais tolerantes para com todas as formas de vida, pois a crueldade, o ódio, a guerra e a mesquinhez, nunca levaram a humanidade a lugar nenhum, ou pelo menos, a nenhum que fosse bom.

Até mais, até lá cuidem bem do planeta TERRA.

Elisabete, a Borboleta Despenteada

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